terça-feira, 2 de novembro de 2010

Verrine de tapioca coco fraises

Verrine de tapioca coco fraises

a tapioca no mundo adoooooorooo

eu sei, eu sei, ando muito em falta com os leitores mas essa não poderia deixar de publicar, pesquisando a tapioca para um novo trabalho que estou realizando, vejam só que maravilha q encontrei, c`est tre jolly ....voilá

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

outubro rosa



hj é segunda SEM CARNE e também é data de lembrar que começou o OUTUBRO ROSA, campanha para conscientização sobre o câncer de mama, e como eu adoro uma manifestação vou postar uma receitinha de borscht sem carne que é uma adaptação de uma receita de um livro q ganhei de uma amiga a muito tempo atrás, escolhi essa receita  por que fica com uma cor fúcsia/bordeaux ( cores da gama de rosas possíveis) maravilhoso que eu adooooro .....................






BORSCHT - sopa de beterraba

3 beterrabas 
2 talos de aipo picados 
1 cebola média cortada
1 cenoura média em rodelas 
1 litro de água
1 folha de louro 
1 pote de iogurte natural 
folhinhas de endro dill para aromatizar e decorar 

modo de preparo 
faça um caldo de legumes bem concentrado com os legumes e o louro , coe, cozinhe a beterraba nesse caldo, bata no liquidificador até ficar cremosa, na hora de servir misture o iogurte temperado com sal e azeite e decore com o endro dill

voilá,
aí está minha contribuição para o outubro rosa e uma receita mostrando q com imaginação e coragem a gente pode mudar uma receita ou o mundoooo ( hihihi me empolguei !!!!)



quarta-feira, 15 de setembro de 2010

é tempo de erva doce!!!!!

Ok, ok!!!, sei que estou em falta com minhas receitinhas para o segunda sem carne e para me desculpar postarei hoje, assim meio atrasada uma receita de Erva doce gratinada. É tempo de erva doce e como ela tem aquela carinha de o q vou fazer com isso?, aí segue as sugestão, para os não vegetarianos esse prato é um ótimo acompanhamento de carnes assadas ou peixes de sabor suave...

ERVA DOCE GRATINADA
Ingredientes
 
molho bechamel
2 colheres  de manteiga
2 colheres de farinha de trigo*

2 xicaras de leite
sal e noz moscada a gosto

erva-doce
2 ervas doces médias cortada no sentido co comprimento
queijo parmesão** ralado a gosto


modo de preparo
molho bechamel
derreta a manteiga em fogo baixo e junte a farinha mexendo até começar a dourar, retire a panela do fogo e acrescente um pouco do leite mexendo tudo com um fuet, acrescente o leite restante tempero com o sal e a noz moscada e leve a fogo até engrossar

erva-doce
espachel um pouco de azeite de oliva no fundo de um refratário coloque a reva doce, cubra com o molho e o queijo ralado e leve ao forno moderado pré-aquecido por 20 a 30 min..   
Voilá

* usei farinha de trigo integral no lugar da branca, além de ser mais saudável dúvido q quando o bechamel foi inventado tinha uma farinha de trigo tão refinada e cheia de nada, nossa até rimou !!! ( vou pesquisar e depois conto mas tenho quase certza )

** ok, ok eu sei que é caro mas pra mim parmesão é aquele de parma, parmeggiano reggiano tem coisas na vida da gente q não dá pra adaptar vai.......

DICA: A erva-doce é um vegetal rico em celulose, substância muito importante para o bom funcionamento dos intestinos.
Por suas propriedades alcalinizantes, funciona como expectorante. É ainda estimulante da digestão e diurético. Além disso contém Cálcio, Fósforo e vitaminas do Complexo B, principalmente Niacina.
O Cálcio e o Fósforo atuam no organismo conjuntamente participando da formação dos ossos e dentes, coagulação do sangue, construção muscular e transmissão normal de impulsos nervosos. A Niacina é uma das vitaminas do Complexo B e tem por função ajudar a digestão, além de estimular o apetite.
Seu período de safra é de julho a outubro.

 
essa toalhinha foi a mama que bordou e disse que era para tirar a foto por que ela também quer aparecer no blog, tá querendo virar artista a velhinha rsrsrsrs

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Hoje a receita é vegan !!!!!

Graças a minha "querida grhhh"mamãe, hoje a receita é vegan por que ela devorou o queijo feta que usaria nessa receita, mas como eu falo e sempe repito, existe o lado bom de tudo, a receitinha hoje vai ser desprovida de leite e seus derivados e com certeza tão saborosa quanto rsrsrs......
Gosttaria de aproveitar e dizer que a receita será prearada com um ingrediente super da época , e essa é uma informação  bem importante, por que o alimento de época é mais saudável e também mais econômico em todos os sentidos, menos irrigação forçada na lavoura, sem agrotóxicos e manipulação no cultivo e tudo mais......

Simplesmente ábobora assada com relish de ervas do quintal

ingredientes

1 punhado de folhas de manjericão
1 punhadinho de alecrim
1 punhadinho de hortelã
1 pouco de cebolinhas verdes (a foto ao lado é para ilustrar a quantidade e também mostrar o orgulho que tenho das minha ervinhas rsrsrs) 
1 tomate grande picado em cubos pequenos
3 dentes de alho
3 colheres de sopa de azeite de oliva  
5 fatias de abóbora japonesa

modo de preparo

mistures os as ervas o alho e o tomate,  
dispoha as fatias de abóbora em um refratário regue com a mistura de ervas e leve ao forno a 250C° por aproximadamente 30 minutos.

P.S.: tenho de confessar e vale com dica rsrsrs!, salpiquei minha abóbora com um punhadinho de grana padano, que aprendi na Italia que faz muito bem da saúde, isso eu já não sei, mas que eu aaaaamoooo esse queijo.............

olha como ele é lindo!!!!, mas use com moderação rsrsrs....





e pra completar o segunda sem carne receitinha de vichyssoise do site da minha querida Rita Lobo !!!http://panelinha.ig.com.br/site_novo/receita/receita.php?id=925



segunda-feira, 16 de agosto de 2010

em homenagem minha nova fã vegê, PANQUECAS DE PALMITO!!

A vida é assim mesmo né?, uma roda gigante, e às vezes a gente vai parar lá embaixo, larga um pouco o trilho da vida de mão e depois recomeça tudo de novo, e o ser humano ( no caso eu), com um incentivozinho sempre funciona melhor ( eita ego rsrsrs), mas enfim estou fazendo esse desabafo todo pq tinha infelizmente abandonado meu humilde blog com a desculpa de que estava sem inspiração para falar sobre o que ele se propõe, que é qualidade de vida acima de tudo, estava em um momento daqueles questionamentos bobos do tipo como posso falar sobre isso se não estou executando e blábláblá ( sou virgiana, dizem ques sou muito auto-critica, será?), mas enfim como sempre gosto de tirar proveito do lado bom das coisas de repente me dedicar mais ao blog possa me ajudar a por em prática o que pproponho a discutir......e partir de hj 16.08.2010 me comprometo a postar sempre uma receitinha vegê para fazer um pouco mais pelo movimento que gosto tanto que é o SEGUNDA SEM CARNE, nem que seja só para ajudar a moça que ontem me parou no supermercado toda timida, só por que estava eu vestida de chef e me perguntou se sabia receitas vegetarianas, então essa é pra vc moça que não sei o nome, mas vou voltar no mercadinho onde vc trabalha pra descobrir , quero agradece-la de antemão pelo seu empurrãzinho.
Beijo grande !!!


para vc: Panqueca de Palmito
ingredientes
massa 
2 copos de leite
1 copo de farinha integral
2 ovos
1 colher de azeite de oliva
sal a gosto

recheio 
250 gr de palmito
1 tomate picado em cubos ( concassê)
1 cebola picada bem miúdo
2 dentes de alho grande
50 grs de azeitonas pretas sem caroço e picadas
2 colheres de sopa de cebolinha picada
2 colheres de sopa de azeite de oliva
sal à gosto

molho de tomates frescos
2 tomates maduros
2 dentes de alho
2 colheres azeite de oliva
folhas de manjericão

modo de fazer
Bata todos os ingredientes no liquidificador e deixe descansar, enquanto prepara o recheio.
Refogue a cebola e o alho até murchar, acrescente o palmito e depois os tamates e as azeitonas, refoque tudo por aproximadamente 8 minutos, acrescente duas colheres da massa e mexa bem para criar um creme.
refoque os tomates junto com o alho no azeite, axrescente as folhas de manjericão e deixe cozinhar em fogo baixo por aproximadamente 5 minutos tampado.

voilá
http://www.svb.org.br/segundasemcarne/

segunda-feira, 19 de abril de 2010

hj é dia do segunda sem carne, mas acho ess assunto também beeeem recorrente rsrsrs, repensemos amigos repensemos, sempre ...

Oi Neide!, O ser humano é mesmo muito estranho, e está a kilometros de distância de se afastar do próprio umbigo ( se é que essa frase pode ser concebida kkkkk), essa passagem do Petrini pelo Brasil, sinto que, causou mais equívocos do que esclarecimento, simplesmente pq nós, seres humanos, não conseguimos digerir alguém que por acaso fala em nome de muitos com verdadeiras intenções, e com conhecimento de que se tiver bom pra muitos estará bom para ele próprio, pq será que é tão difícil entender isso heim?


E aí a sabatina começa!!!!, não pode errar, não pode se equivocar, tem de ser perfeito.......

Queria aqui, humildemente dar outras respostas às perguntas do texto do querido Josimar Mello.



- Quem quer ser um camponês?

- Ribollita ou feijoada esférica ?

- Petrinni exagerou na paródia ?



Minha resposta pra essas questões pra mim são a seguinte:

Em nenhum momento desde que soube do conhecimento do SLOW, (há dez anos, sou associada há um ano), ouvi o movimento dizer que deveriam mesmo manter camponeses ignorantes e mal informados com despreparo imposto pela alienação a que são submetidos, sua impossibilidade de se apropriar de valores, em nenhum momento ouvi ser proferido que a sofisticação da gastronomia é uma bobagem, (tanto é que, Petrinni soube identificar a boa gastronomia que minha querida Helena Rizzo executa), e acho que um exagerinho numa paródia depois de algumas taças de vinhos seja lá qual for a uva é absurdamente HUMANO!, e quem não se equivoca, não provoca questionamentos estou errada?



Enfim o que eu entendo por SLOW FOOD, e quero ser retratada se estiver errada, é que o movimento valoriza a gastronomia na sua essência, com todos os cuidados que as coisas essenciais devem ter, e que claro que um homem que inventou esse movimento deveria ser um gourmet experiente.O que ele propõe com a criação do slow food, é simplesmente revermos se tudo o q está sendo feito com a gastronomia desde o campo até a mesa, é bom, limpo e justo, como estamos fazendo em todas as outras áreas da sustentabilidade do planeta, podemos até fazer uma comparação com uma grande corporação financeira que quando tem algo de errado, para, reanalizar e muda a estratégia, ao invés de voltarem no tempo e esconderem seu dinheiro embaixo dos colchões....



georgia bastos - gastronomia



0055 13 32991676

0055 13 81244252

Em 19/04/2010 08:04, Neide Rigo < neide.rigo@gmail.com > escreveu:



http://josimarmelo.blog.uol.com.br/arch2010-03-21_2010-03-27.html#2010_03-27_21_01_30-4877516-0



O jantar com Petrini, a idealização dos camponeses e o aroma do vinho

A última ceia do italiano Carlo Petrini (fundador e presidente do Slow Food) no Brasil, depois de uma semana atribulada, foi longa mas tranquila. Éramos apenas quatro, num jantar de quatro horas no Maní. Deu para conversar calmamente, e pude observar mais de perto essa figura carismática, que encantou todas as platéias para as quais falou desde que chegou a Brasília, no sábado 20 de março, para o encontro Terra Madre Brasil 2, em Brasília (para saber mais sobre o evento, veja matéria aqui no Basilico).

O ex-militante comunista, ainda hoje jornalista gastronômico, hoje corre o mundo militando pela causa dos alimentos "bons, limpos e justos" -- bons de sabor, limpos no meio ambiente e justos socialmente --, que já atraiu ao Slow Food mais de cem mil afiliados.

Em suas falas a que assisti aqui no Brasil esses dias -- duas em Brasília, duas em São Paulo -- ele esparrama um charme que se apoia na forma como abraça seus ideais. Cara de esquerda na juventude, envelheceu "sem perder a ternura" nem as convicções básicas -- que não obstante, adaptou para os novos tempos, encantando a juventude e os idealistas mais velhos que vêm seus antigos companheiros pulando aos saltos para o outro lado da barricada...

(Foto Carolina Amorim / Divulgação)



Carlo Petrini fala durante jantar no Terra Madre Brasil, em Brasília

Quem quer ser um camponês?

O seu discurso sempre fala da simplicidade, do modo de vida e de comer dos nossos avós, de valores humanos perdidos. É bonito e faz sentido. Mas pode ser perigoso diante do crescente endeusamento da burrice e da ignorância (como mostrei no post sobre os chatos), como se (neste caso do Slow Food) a ingenuidade do camponês pobre, do caboclo isolado, fossem um ideal. Não são. Os conhecimentos que esses produtores têm da terra, assim como seus produtos, são um patrimônio valiosíssimo; mas sua falta de cultura geral, seu despreparo imposto pela alienação a que são submetidos, sua impossibilidade de se apropriar de valores (da cultura, da gastronomia etc.) que parte da humanidade usufrui, não deveriam causar inveja a ninguém.

Na véspera do nosso jantar, no encontro Entre Estantes e Panelas, Petrini fizera o elogio da comidinha da vovó (citava a ribollita toscana), feita de ingredientes simples, como a única que é histórica, que ficará para sempre, ao contrário da nouvelle cuisine francesa... Derramou ali o combustível que os reacionários da culinária sempre esperam, quando querem criticar as inovações. Completou depois sua peroração perigosamente conservadora ridicularizando um suposto amigo que ao beber um vinho de Bordeaux, afirmou sentir ali cheiro de cavalo suado.

Entre a ribollita e a feijoada esferificada

Por sorte, na sua última ceia, não ficou dúvida de que nem ele mesmo acha que as coisas são assim. No Maní, ele se deliciou com cada prato do longo (mas leve como sempre) menu-degustação preparado pela chef Helena Rizzo. "Ela não errou um!", exclamava ele, raspando cada prato. E o que havia no prato? A ribollita da vovó? Não, Petrini urrou de prazer comendo... esferificação de feijoada, desconstrução de salada Waldorf, espuma de pupunha, ovo a baixa temperatura -- todos de paladar brasileiro, mas diretamente influenciados pela vanguarda espanhola de Adrià. Ah, e quando mudávamos de vinho, Petrini queria saber qual era a uva, onde era feito... Um gourmet de verdade.

Naquele dia ele tinha almoçado churrasco e feijoada num boteco. À noite, atacou esferas e espumas. E teve prazer nas duas refeições. Pois não há contradição entre apreciar nenhum tipo de boa cozinha -- seja a trivial, seja a clássica, seja a de vanguarda.

Petrini exagerou na paródia (disse ele)

Em dado momento do longo bate-papo que entrou pela noite, fiz ver a Petrini os perigos que ele deflagrava ao fazer, como na noite anterior, ataques à sofisticação do paladar. Será que ele não identificava perfumes do vinho, não os chamava pelos nomes que eles têm na natureza (inclusive o cavalo suado, o piche, a violeta, o que seja)? E com isso não utilizava uma linguagem comum com seus companheiros de gastronomia?

(Parênteses: em outro momento do jantar, Petrini contou -- como lhe haviam indagado na véspera, mas ele não respondera -- de uma desavença que teve no Partido Comunista, nos anos 60: militante, ele participara de uma reunião numa Casa del Popolo em Montalcino, ao final da qual foram servidos dois vinhos locais -- um Brunello e um Rosso -- que, segundo ele, eram intragáveis; de volta ao Piemonte, ele escreveu um relatório sobre a reunião onde dizia que, se na sua terra alguém se atrevesse a servir um vinho tão ruim numa reunião, seria escorraçado como um nazi-fascista. Os superiores acharam a comparação muito forte, o relatório provocou desdobramentos delicados... mas é outra história.)

O fato é que diante da minha observação de que ele fora infeliz ao atiçar a plateia contra os que apreciam o vinho, ele disse "não, não, de fato eu exagerei na paródia". Ufa, menos mal. Ressalvou, no entanto, que não gosta que tratem o vinho como algo complicado ou aristocrático. Claro. E ninguém gosta, a não ser os chatos.

Outra coisa (se é que a história é verdadeira) é que não me parece tão inapropriado comentar um aroma típico de um Bordeaux com uma pessoa como Petrini -- que é jornalista de gastronomia, que edita guias gastronômicos, que é um gourmet experiente, que come feijoada esferificada e adora, que se interessa pelos vinhos a ponto de deflagrar uma crise no Partido Comunista por causa deles... O amigo, parece, estaria compartilhando uma sensação com a pessoa certa. A menos que estivesse passando a final da Copa do Mundo entre Brasil e Itália na TV. Nesse caso, ele não estaria sendo aristocrático, apenas um chato padrão cumprindo seu papel.

domingo, 18 de abril de 2010

pizza de qualidade !!!!

Vamos falar de coisas boas!!!!!domingão, acordei a hora que os olhos abriram, fiquei de bobeira, li revistas, dei um trato na hortinha do quintal e depoisssssss .................cinema e pizzaaaaaa

A cidade de Santos, a qual eu moro, vem se desenvolvendo gastronomicamente já a algum tempo muito timadamente, mas com bastante vontade, uns erros aqui uns acertos ali e vamos seguindo, mas infelizmente tenho de confessar que a grande maioria das vezes me decepciono bastante,de qualquer forma, não desisto, e hoje depois do cineminha sagrado do domingo ( assisti UMA MENTE QUE MENTE - Jonh Malkovitch) fui conhecer uma pizzaria relativamente nova, não tinha ido ainda por que a fachada não me atraía, um pouco sizuda demais, mas fiquei surpresa com o que vi lá dentro, digna de pizzaria do norte da Italia onde comumente são mais sofisticadas, é um mix de empório, adega, e pizaria, ambiente agradabilissimo, atendimento ok , mas o mais importante A PIZZA É BOAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!!!!!!!!!, massa fininha, mas não é cream cracker, cardápio criativo, recheio em quatidade adequado, sem aquele exagero que faz a gente engasgar rsrsrs, gostei !, espero que cresça e se desenvolva no mercado santista, infelizmente o site da pizzaria esta fora do ar, amanhã a chatinha aqui vai tentar descobrir o que acontece e ai posta aqui a url deles mas por enquanto aos santistas e visitantes da cidade passem lá:

Av. Whashigton Luis, 420 - Gonzaga - Santos

quinta-feira, 1 de abril de 2010

georgia bastos gastronomia e ambientes

georgia bastos gastronomia e ambientes

preciso falar sobre isso ..........




xeretando uns blogs de cozinha atrás de uma receitinha caseira de bolinho de batata com carne moída , me deparei com um que elegia os top 5 do momento e confesso que fiquei assustada, seria mesmo esse um blog de gastronomia, com tantas praticidades que parece até que fosse genial se a comida viesse diretamente da tela do computador......., tudo bem eu entendo que ninguém é obrigado a saber, ou gostar de cozinhar, mas pra quem se propõe a isso......imagino comida como um ato de amor e sinceramente não quero que esse ato fique pronto em cinco minutos com um copo de água no microondas, nem que morangos sejam modificados geneticamente para vir em cachos como uvas, e nem que quando nosso querido e famoso refogadinho brasileiro de alho e cebola que inicia a maioria das nossas receitas  não tenham apreciado seu aroma por que esses ingredientes também foram modificados geneticamente para não ter cheiro!, e muito menos viver em um lugar onde os restaurantes precisam de um dia com o cardápio mais barato ou pq seus preços são exorbitantes ou seus frequentadores não podem pagar pelo preço justo.....francamente, isso é mesmo modernidade ou essas noticias foram postadas nesse blog pq hj é o dia da mentira , me digam me digam por favor que minha segunda alternativa está correta .....

segunda-feira, 29 de março de 2010

sobre panelas, palestras, “slow food”, saúde pública, e um inimaginável mundo não tão moderno assim................



tenho de admitir , minha cabeça pode ser chamada de uma salada russa, ou uma sopa de letrinhas com tantas informações a serem sintetizadas, e numa velocidade que definitivamente não é a minha, prejudicada com dengue então, nem se fale.....mas vou tentar dar uma organizada em tudo isso, vamos lá.



O assunto do momento é a tal da sustentabilidade do planeta, os movimentos vegetarianistas, as terapias orientais nesse mundo ocidental dos fast food de comida japonesa ( é saudável!, brindam tantos) e nada de ninguém olhar para o próprio umbigo.



Semana passada estive em uma palestra onde falava-se do retorno à terra, a importância de saber de onde vem o alimento que nos nutre, o respeito por aquele que o produz, e se produz da tal maneira “sutentável”, assunto que com certeza me interessa muito, mas que sinto uma enorme dificuldade de compartilhar com os que me cercam e por conseqüência mais amo, pessoas que cresceram juntas de mim literalmente falando, caçando minhoca com a mão, colhendo frutas do pé e preparando fogueiras no quintal pelo simples prazer primitivo e infantil de estar perto do fogo, um ato tão humano, e de repente me deparo com essas mesmas pessoas me perguntando se contraí minha dengue nesse mesmo quintal frutífero, cheio de natureza, um pouco envelhecido pelo tempo como todas as coisas ficam, simplesmente por que supõe que perto do mato tem mosquitos.

E é verdade, perto do mato sempre tem mosquitos, mas que eu saiba, em todas as campanhas que conheço contra essa epidemia nunca é aconselhado o corte das arvores do quintal, cimentar os jardins das casas e prédios onde vivem plantas e flores para enfeitar e alegrar quem passa, e muito menos, trancarem-se dentro dos seus apartamentos com os ares condicionados ligados, muito pelo contrário, a campanha pede as pessoas para não ter flores já mortas em vasos com água, irem as ruas tomando conta da sujeira acumulada, por que essa doença é uma doença urbana, mais uma doença das nossas grandes cidades asfaltadas, nossos cada vez menores quintais impermeabilizados por azulejos de onde as águas da chuva não conseguem voltar para a mãe terra ( expressão tantas vezes repetida por Carlo Petrini), e é por isso que ficamos doentes.

Precisamos nos conscientizar cada vez mais que a natureza não é nossa inimiga, nós fazemos parte dela e que sem ela não conseguimos sobreviver, faço coro mais uma fez com o estimado senhor italiano perguntando: me tragam soluções para a nossa sobrevivência saudável que não venha da natureza e aí, podemos sentar e tentar discutir, atenção amigos, atenção família, onde estão colocando a suas atenções e antes de ter um “pré-conceito”, em relação ao que ignora, tente se atualizar pra não ficar doente.



Bjs



..... e como toda semana me propuz a colocar uma receitinha sem carne, para dar apoio à campanha do ex-beatle, hj vou ensinar a preparar a deliciosa batata com chicória pratinho da minha mamãe.


quando ela faz só pra mim é assim
uma batata média descascada e fatiada a portuguesa , meia cebola fatiada bem fininha, um dente de alho amassado, ( eu gosto de dois, mas ela insiste que um tá bom, pra que exagero diz), flhas de chicória rasgadas e daí faz assim: coloca na panela de fundo gorsso um fio de azeite, espalha a cebola, o alho, as batatas, um pouco de sal, as folha por cima pra fazer o bafo, fogo bem baixinho como a velhinha gosta e quando menos se espera tá aí meu comfort food preferidoooo!!!!

segunda-feira, 22 de março de 2010

SEGUNDA SEM CARNE - moussaka de ricota com purê de inhame

......esse meu blog meio esquecido por um tempo, se propõe a falar das coisas boas da vida ( ou o que eu considero coisas boas da vida) e depois de algum tempo matutando o que "postar", pra não cair no senso comum das frivolidades da vida resolvi me dedicar a campanha SEGUNDA SEM CARNE, quem não sabe do que se trata e se interessar tem o link aqui no blog, e nada como uma segunda pra gente começar a cumprir nossas infindáveis promessas.
A campanha além de outras coisas tem como proposta a frase DESCUBRA NOVOS SABORES, e como é segunda,  me empolguei e resolvi adaptar essa receita que eu simplesmente aaaaaamoooo, na versão original, e que na minha também ficou muito boa, lá vai !!!vegês de plantão essa é pra vcs!!!!!

moussaka de ricota com purê de inhame*

ingredientes

1 beringela grande fatiada no sentido do comprimento grelhada
queijo parmesão para gratinar

para o purê de inhame
3 inhames cozidos
1/2 copo de leite
1 colher de manteiga
1 colher (café) noz moscada ralada na hora
sal

para o molho de ricota
1 xicara de passata de tomate
2 colheres de sopa de azeite de oliva
2 tomates consassê
2 dentes de alho picados
50 grs de azeitonas pretas sem caroço picadas
sal
folhas de manjericão para aromatizar ( as minhas colhi do meu vaso do quintal, plante o seu também num vasinho na varanda, ele só pecisa de muito sol, carinho e um pouco de água, e o sabor huuuuuummm!!)
150grs de ricota ralada temperada com um pouco de canela e sal

modo de preparar

purê de inhame
amasse o inhame cozido ainda quente no espremedor de batatas, acrescente o leite, o sal, a noz moscada, leve ao fogo e mexa até que fique um creme.Reserve.

molho de ricota

refogue o alho no azeite, acresente o tomate e em seguida a passata de tomate, deixe cozinhar com o fogo baixo e a panela tampada por 5 minutos mexendo de vez enquando, acrescente as azeitonas, sal  e as folha de manjerição, cozinhe por mais 2 minutos tire do fogo acrescente a ricota temperada.

montagem
Em um refratário untado com um pouco de azeite, cubra o fundo com uma parte da beringela, coloque uma parte do molho, depois beringela, molho, cubra com o purê de inhame, polvilhe com o parmesão e leve ao forno a 200 C , por aproximadamente 20 min.


*O inhame é um rizoma rico em carboidratos sendo uma excelente fonte energética. Também é rico em vitaminas do complexo B e sais minerais como cálcio, fósforo e ferro. É uma hortaliça de fácil digestibilidade. Originou-se na Ásia, espalhou-se para a América através da África e vem sendo cultivado há mais de 2400 anos na Índia e há mais de 2000 anos no Egito. Pertence à família Aracea, assim como o cará e a taioba.
http://www.9starki.com/sonia/inhame.htm saiba mais nesse link.